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A Dica Prática Essencial: O Protocolo de Prevenção de Alto Impacto

  • 18 de jan.
  • 1 min de leitura

A Regra de Ouro Contra a Unha Encravada


A onicocriptose (unha encravada) é uma das queixas mais frequentes e uma causa primária de trauma evitável no pé, podendo evoluir para infecção, inchaço e a formação de tecido de granulação (carne esponjosa). Embora o calçado apertado seja um fator de risco, a causa mais comum e controlável é a técnica de corte incorreta.   

A diretriz de consenso, emitida por órgãos de saúde e pela prática podológica, é simples, mas crucial:

As unhas dos pés devem ser cortadas de forma reta (horizontal), evitando-se o arredondamento dos cantos.   

O corte curvo, muitas vezes adotado por hábito, encurta os cantos e permite que a borda lateral da unha penetre o tecido mole ao crescer. O corte reto, por sua vez, garante que a borda livre da unha se estenda além do sulco ungueal, eliminando a pressão que leva ao encravamento.   


Por que esta dica é vital para a saúde pública?

A importância dessa regra aumenta drasticamente no contexto do Pé Diabético. Em pacientes com diabetes, a neuropatia (perda de sensibilidade) impede que a dor de um corte incorreto seja percebida, e a má circulação compromete a cicatrização.   

Um trauma mínimo, como o causado por uma unha encravada ou um corte mal feito, pode se tornar uma porta de entrada para infecções graves, úlceras de difícil tratamento e, tragicamente, levar a amputações. Por isso, para a população de risco, o corte correto não é apenas uma dica de beleza, mas um protocolo de prevenção de consequências potencialmente fatais. O podólogo é o profissional capacitado para tratar esses casos e orientar o autocuidado rigoroso.   

 
 
 

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